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Arquivo da categoria ‘Economia’

Fusão: Pão de Açúcar e Casas Bahia

Publicado por Sandro Meira em 07/12/2009

Pão de Açúcar agora é igual a Walmart e Carrefour juntos

SÃO PAULO - O Grupo Pão de Açúcar anunciou ontem a compra do controle das Casas Bahia, criando um gigante de varejo de alimentos, móveis e eletroeletrônicos, com um faturamento combinado de R$ 40 bilhões por ano. O Pão de Açúcar é a terceira maior empresa privada do País. Com a fusão, o grupo passa a ter vendas iguais às do Walmart e do Carrefour juntos, seus principais concorrentes.

Pelo acordo, as Casas Bahia serão sócias do Pão de Açúcar numa nova empresa de móveis e eletroeletrônicos, que inclui o Extra Eletro e o Ponto Frio, adquirido em junho. Terá faturamento anual de R$ 18,5 bilhões, 1.015 lojas físicas, espalhadas por 337 municípios, 28 centros de distribuição e 62 mil funcionários. Ficará 6 vezes maior que a sua principal rival no mercado de eletroeletrônicos e móveis, a Magazine Luiza. O Pão de Açúcar ficará com 51% do capital e as Casas Bahia, com 49%. A nova companhia deverá começar a operar em 120 dias, depois da aprovação da assembleia de acionistas e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Juntas, as Casas Bahia e o Ponto Frio dominarão mais de 70% das vendas de linha branca no Estado de São Paulo, um dos maiores mercados consumidores do País. A estimativa, do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), foi feita com base nos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e no faturamento das companhias. A atuação dos dois grupos é especialmente forte na região Sudeste, segundo o professor Nuno Fouto, da Provar. No Nordeste e no Sul, as redes locais ainda têm participação relevante no mercado.

Esse nível de concentração pode ser entendido pelo Cade como monopólio. Um conselheiro afirmou que a análise da operação deverá ser muito cuidadosa, porque “a primeira impressão é de um movimento de concentração acentuado do varejo”. Embora afirme que a operação não sofrerá resistência no órgão regulador, o Grupo Pão de Açúcar já contratou escritórios de advocacia para cuidar da questão.

O presidente da Latinlink Consultoria, Ruy Coutinho, prevê que o Cade deverá propor ao Pão de Açúcar e às Casas Bahia a assinatura de um Acordo de Preservação de Reversibilidade da Operação (Apro) para manter a identidade das duas empresas até o julgamento da operação de compra das Casas Bahia pelo Pão de Açúcar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,pao-de-acucar-agora-e-igual-a-walmart-e-carrefour-juntos,477242,0.htm, acesso em 07 dez. 2009.

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Fusões: Volkswagen compra 49,9% de participação na Porsche

Publicado por Sandro Meira em 07/12/2009

Este é o segundo passo na integração de várias etapas com a Porsche SE.
Aquisição do grupo de concessionárias da marca acontecerá em 2011.
 

A Volkswagen deu o segundo passo em sua integração de várias etapas com a Porsche SE, comprando 49,9% de participação nesta segunda-feira (7) no negócio de carros esportivos por 3,9 bilhões de euros (US$ 5,8 bilhões). O acordo significa que a Porsche SE não irá mais consolidar a Porsche AG em seu balanço. 

Volkswagen e Porsche estão em processo de fusão(Foto: Divulgação)

 ”A aquisição do negócio de varejo de carros da Porsche Holding está planejada para 2011. Durante 2011, um grupo automotivo integrado será concluído através da fusão da Volkswagen com a Porsche SE”, disse a Volks em comunicado nesta segunda-feira.

A Porsche está atualmente avaliada em12,4 bilhões de euros. 

A Volkswagen reafirmou que a integração levará a sinergias anuais de cerca de 700 milhões de euros. A Volkswagen avaliou a Porsche AG e a Porsche Holding, maior grupo de concessionárias de veículos da Europa, em 16 bilhões de euros em capital e dívida. 

Décima marca 

A compra será financiada por meio de um aumento de capital por um valor global estimado de 8 bilhões de euros até 2014, que foi autorizado pelos acionistas da Volkswagen na última quinta-feira (3). 

Com a operação, a Porsche se transforma na décima marca do grupo Volkswagen, que já conta com as marcas Audi, Bentley, Bugatti e Lamborghini, entre outras. 

A Volkswagen planeja se tornar a maior montadora do mundo em 2018 e, assim, ultrapassar a japonesa Toyota. 

Dipsonível em: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1406274-9658,00-VOLKSWAGEN+COMPRA+DE+PARTICIPACAO+NA+PORSCHE.html, acesso em 07 dez. 2009.

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Bradesco: líder das Américas

Publicado por Sandro Meira em 03/12/2009

Bradesco é o banco mais rentável das Américas, diz pesquisa

Há sete anos uma instituição latino-americana não ocupava a 1ª posição; em 2001, Itaú liderou o ranking

SÃO PAULO - O Bradesco é atualmente o mais rentável entre os maiores bancos de capital aberto dos Estado Unidos e América Latina, segundo pesquisa da consultoria Economatica que analisa dados de 2009. Em relação a 2008, o Bradesco subiu duas posições no ranking. Há sete anos um banco latino-americano não detinha a primeira colocação como o mais rentável. A última vez foi em 2001, quando o Itaú liderou o lista. O cálculo para obter o Retorno sobre Ativos (ROA) foi feito dividindo o lucro da instituição de janeiro a setembro pelos ativos totais no mês de setembro.

Depois de ocupar a segunda posição em 2008, o ItaúUnibanco caiu para o terceiro lugar. Já o Banco do Brasil ocupa atualmente a quinta colocação, depois de ser o quarto no ano passado. O Santander Brasil, por sua vez, ficou em décimo, melhorando cinco posições em relação a 2008. Estes foram os únicos quatro bancos brasileiros que apareceram entre os 20 maiores, com base nos números de setembro de 2009.

Considerando apenas os ativos, o maior banco dos Estados Unidos e América Latina é o Bank of América, com US$ 2,251 trilhões. Já o banco latino-americano melhor posicionado em relação a ativos é o Banco do Brasil, com US$ 385,6 bilhões.

Já na análise dos lucros, o Wells fargo, dos Estados Unidos, tem o maior de janeiro a setembro, com US$ 9,45 bilhões. O ItauUnibanco é o sexto no ranking de lucros, o Banco do Brasil aparece em sétimo e o Bradesco o oitavo. Segundo o estudo, somente 20 bancos na América Latina e Estados Unidos tinham ativos superiores a US$ 100 bilhões em setembro de 2009.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,bradesco-e-o-banco-mais-rentavel-das-americas–diz-pesquisa,476141,0.htm, acesso em 03 dez. 2009.

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Brasil e China: uso de moedas nacionais no comércio bilateral

Publicado por Sandro Meira em 03/12/2009

Brasil e China realizam 1ª operação financeira em moedas locais País oriental faz ofensiva para ampliar o uso do yuan fora de suas fronteiras e reduzir a dependência do dólar Cláudia Trevisan, de O Estado de S. Paulo

PEQUIM - Brasil e China realizaram no mês passado a primeira operação financeira diretamente nas moedas dos dois países, sem conversão para o dólar. A filial brasileira da fabricante de ar-condicionados Gree enviou quase R$ 1 milhão para sua matriz por meio do Bank of China, que recebeu o dinheiro em reais e o entregou em yuans três dias mais tarde em uma agência na província de Guangdong.

Normalmente, as remessas internacionais são feitas em moedas conversíveis, como dólar ou euro, mas a China está em uma ofensiva para ampliar a utilização do yuan fora de suas fronteiras. Na visita que fez a Pequim em maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o comércio entre os dois países seja realizado nas moedas nacionais, sem a conversão intermediária para o dólar.

A remessa da Gree teve por objetivo pagar pela importação de partes destinadas à sua fábrica na Zona Franca de Manaus, onde está desde 1999.

O vice-presidente do Bank of China no Brasil, Xiao Qi, disse à agência oficial de notícias Xinhua que a utilização das moedas dos países envolvidos na operação reduz o risco associado à flutuação das taxas de câmbio. Em sua avaliação, outras empresas chinesas com atuação no Brasil vão preferir liquidar suas remessas para a China com a conversão direta de reais para yuans, sem passar pelo dólar.

No mês de março, o presidente do Banco do Povo da China (o banco central), Zhou Xiaochuan, defendeu o abandono do dólar como reserva internacional de valor e sua substituição pelo Special Drawing Rights (SDR), uma versão rudimentar de moeda internacional criada pelo Fundo Monetário Internacional em 1969.

Desde então, a China adotou uma postura mais agressiva para promover o uso internacional de sua própria moeda. Só o Bank of China realizou nos últimos meses 50 operações de remessas de diferentes países diretamente em yuans, em valor equivalente a US$ 8,8 milhões. Com Hong Kong, que é uma região administrativa da China, foram feitas mais de 100 transações, na cifra de US$ 14,7 milhões.

Os valores são irrisórios quando comparados aos US$ 2,56 trilhões que o comércio internacional da China movimentou em 2008, mas as operações são um indício da disposição de Pequim de gradualmente reduzir a utilização do dólar.

Além de defender a liquidação de operações comerciais em yuans, as autoridades chinesas manifestam desde o ano passado preocupação com a cotação do dólar e a possibilidade de forte desvalorização da moeda em razão do enorme déficit norte-americano.

A China tem o maior volume de reservas internacionais do mundo, de US$ 2,27 trilhões, e veria esse patrimônio derreter em um cenário de queda livre do dólar. Pelo menos US$ 800 bilhões das reservas estão investidos em títulos do Tesouro dos Estados Unidos e outros US$ 500 bihões a US$ 700 bilhões estão em ativos denominados em dólares.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-e-china-realizam-1a-operacao-financeira-em-moedas-locais,476102,0.htm, acesso em 03 dez. 2009.

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Crise em Dubai

Publicado por Sandro Meira em 30/11/2009

Bolsas europeias fecham em baixa por preocupações com Dubai

Bovespa acompanha tom de cautela dos mercados do Ocidente e oscila; dólar sobe e é cotado a R$ 1,75

 

LONDRES - As ações europeias fecharam no menor nível em mais de três semanas nesta segunda-feira, com os papéis de companhias ligadas a petróleo entre os que tiveram as maiores quedas. Preocupações acerca da dívida de Dubai continuaram afligindo os mercados acionários globais. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acompanha o tom de cautela nos mercados financeiros do Ocidente e opera em leve queda, após passar a manhã no terreno positivo. Às 15h30 (de Brasília), o Ibovespa tinha leve queda de 0,01%, aos 67.077 pontos. No mesmo horário, o dólar subia 0,37%, cotado a R$ 1,75.

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O índice FTSEurofirst 300, que mede o desempenho dos principais papéis do continente, terminou em baixa de 1,29%, a 986 pontos, menor patamar de encerramento desde 4 de novembro. O indicador acumulou valorização de 1% em novembro e de quase 53% ante a mínima histórica atingida em 9 de março.

Nos EUA, os índices também operam em leve baixa. O S&P 500 cedia 0,20%, o Nasdaq -0,51% e o Dow Jones – 0,17%, com o mercado absorvendo os números de vendas das varejistas na Black Friday. As lojas norte-americanas atraíram mais consumidores durante o final de semana prolongado, mas o tráfego maior de clientes não foi suficiente para impulsionar os gastos, que caíram em relação ao ano passado.

O governo de Dubai afirmou nesta segunda-feira que não é responsável pelas dívidas de seu conglomerado, oferecendo pouca transparência sobre um plano para adiar bilhões de dólares em pagamentos de dívidas que têm abalado os mercados mundiais. O principal índice da bolsa de valores de Dubai despencou 7,3% nesta segunda.

“Não vemos isso como um ponto de retorno. Não estamos tão longe do pico recente”, disse Teun Draaisma, estrategista de ações do Morgan Stanley, em Londres. “A nova onda é crise de dívida soberana, em vez de crises bancárias. Mas, dolorosamente, esse tipo de risco significa que as taxas de juros permanecerão baixas. Nenhum governo em sã consciência dará início a um aperto monetário repentinamente. Achamos que o mercado se valorizará.”

As ações do segmento de energia estiveram entre as maiores perdedoras, mesmo com os preços futuros do petróleo ensaiando uma recuperação, sendo negociados acima de US$ 76 o barril após tocarem as mínimas em seis semanas na sessão anterior. BP, Royal Dutch Shell, BG Group, Total e StatoilHydro cederam entre 1,6% e 2,8%.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 1,05%, a 5.190 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,05%, para 5.625 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,11%, a 3.680 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,25%, para 21.928 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 retrocedeu 1,12%, a 11.644 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 recuou 1,34%, para 8.253 pontos.

Bolsas da Ásia avançam

As bolsas da Ásia se recuperaram nesta segunda depois da acentuada queda da semana passada provocada pela crise de dívida de Dubai. A avaliação de que os efeitos de um potencial calote serão limitados foi reforçada com uma série de garantias de autoridades que ajudaram a acalmar os nervos dos investidores. As ações do setor bancário, que enfrentaram a maior parte do movimento de venda da sexta-feira, lideraram os ganhos nesta segunda-feira.

As ações em Hong Kong, que sofreram a maior perda diária em oito meses na sexta-feira, e o mercado acionário de Tóquio, que encerrou no menor nível em quatro meses na semana passada, registraram os maiores ganhos na região nesta segunda-feira.

A bolsa de Tóquio subiu 2,91%, a 9.435 pontos. O mercado em Hong Kong disparou 3,25%, a 21.821 pontos. Já o índice MSCI que reúne mercados da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subia 2,68% às 7h46 (horário de Brasília), a 402 pontos. Xangai avançou 3,2%, Cingapura recuou 1,09% e Taiwan teve valorização de 1,22%.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,acoes-europeias-fecham-em-baixa-por-preocupacoes-com-dubai,474398,0.htm, acesso em 30 nov. 2009.

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Ahmadinejad no Brasil

Publicado por Sandro Meira em 23/11/2009

A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil esteve entre as principais notícias da imprensa internacional nesta segunda-feira, 23. Além da defesa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez do direito do Irã de possuir um programa nuclear pacífico, sites de jornais e de televisões de todo mundo destacaram ainda o esforço do Brasil em se apresentar como player importante também no Oriente Médio.

Veja mais em: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,leia-o-que-a-imprensa-mundial-falou-da-visita-de-ahmadinejad,470882,0.htm

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http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1388940-5601,00-AO+LADO+DE+AHMADINEJAD+LULA+DEFENDE+DIREITO+DO+IRA+A+PROGRAMA+NUCLEAR+PACIF.html

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Pobres já gastam 5% mais que ricos. É “nóis”.

Publicado por Sandro Meira em 09/11/2009

Estudo mostra avanço do consumo das classes D e E do Norte e Nordeste em relação às classes A e B do Sudeste (Márcia de Chiara)

Os pobres do Norte e Nordeste estão consumindo mais que os ricos do Sudeste. Nos últimos 12 meses até setembro deste ano, as classes D e E das regiões Norte e Nordeste do País gastaram R$ 8,8 bilhões com uma cesta de alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza. Essa cifra é 5% maior que a desembolsada pelas camadas A e B (R$ 8,4 bilhões) que vivem no Sudeste do País no mesmo período com esses itens, revela estudo exclusivo da LatinPanel, maior empresa de pesquisa domiciliar da América Latina.

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Em igual período do ano passado, a situação era exatamente inversa: o gasto das camadas que compõem a base da pirâmide social no Norte e Nordeste com bens não duráveis havia sido 5% inferior ao das classes A e B do Sudeste. “Houve uma reversão”, afirma Christine Pereira, diretora da empresa e responsável pela pesquisa.

Ela atribui a mudança a fatores conjunturais. Inflação em baixa, que dá mais poder de compra ao consumidor, ganhos de renda dos trabalhadores que recebem salário mínimo e o fato de a crise não ter afetado as camadas de menor renda explicam, segundo Christine, o avanço do consumo dos bens não duráveis pelos mais pobres. Os dados da pesquisa foram obtidos a partir de visitas semanais a 8,2 mil domicílios para auditar o consumo de 65 categorias de produtos.

Embora em maior número, as famílias das classes D e E do Norte e do Nordeste têm renda agregada bem menor que a das famílias das classes A e B do Sudeste. No Norte e no Nordeste, há 6,9 milhões de lares que recebem até quatro salários mínimos (R$ 1.860) por mês, o que corresponde a 40% do total de famílias das classes D e E do País. Já as classes A e B somam 4,9 milhões de domicílios no Sudeste ou 45% dos lares desse estrato social do Brasil. Essas famílias têm renda mensal superior a dez salários mínimos (R$ 4.650).

Para o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, boa parte do avanço do consumo dos mais pobres se deve ao aumento real do salário mínimo de 5,7% concedido neste ano. “O salário mínimo pesa muito nas regiões Norte e Nordeste”, diz.

Nas contas dele, a massa real de renda dos ocupados, pensionistas da Previdência e também beneficiários do Bolsa Família cresceu 7,7% no Norte e Nordeste no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2008. O acréscimo é mais que o dobro do registrado para essa população que vive no Sudeste do País, que foi de 3,1% nas mesmas bases de comparação.

Além disso, Borges ressalta que a inflação dos mais pobres, que ganham até cinco salários mínimos (R$ 2.325), medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), perdeu fôlego este ano. Após fechar 2008 com alta de 6,5%, a maior taxa desde 2003, o INPC deve encerrar 2009 com aumento de 4,5%, prevê.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091109/not_imp463206,0.php, acesso em 09 nov. 2009.

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Vinte anos após a queda do Muro de Berlim

Publicado por Sandro Meira em 09/11/2009

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Cobertura completa dos vinte anos da queda do Muro de Berlim, no site da globo.com: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/0,,17398,00.html

Veja um interessante vídeo que explica o que foi o Muro de Berlim http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1371622-17398,00-VINTE+ANOS+APOS+A+QUEDA+DO+MURO+G+ATRAVESSA+BERLIM+DE+OESTE+A+LESTE.html

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Brasil no Conselho de Segurança da ONU

Publicado por Sandro Meira em 15/10/2009

Brasil é eleito para vaga rotativa do Conselho de Segurança da ONU

País teve respaldo de 182 das 190 nações que votaram.
Gabão, Líbano, Bósnia e Nigéria também foram eleitos.

O Brasil foi eleito nesta quinta-feira (15) para uma das dez cadeiras provisórias do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A indicação vale para os anos de 2010 e 2011.

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Gabão, Líbano, Bósnia e Nigéria também foram escolhidos. Eles e o Brasil  vão substituir Burkina Fasso, Costa Rica, Croácia, Líbia e Vietnã como membros sem poder de veto.

A candidatura brasileira não teve nenhum adversário. Ela teve respaldo de 182 dos 190 países-membros que participaram da votação. Sete se abstiveram, e um votou na Venezuela, que nem mesmo era candidata.

No biênio 2010-11, o conselho também estará formado por: Áustria, Japão, México, Turquia e Uganda (que cumprem mandato até fim de 2010), além dos cinco membros permanentes (China, França, Estados Unidos, Reino Unido e Rússia).

É a décima vez que o Brasil ocupa um assento eletivo no Conselho. O país aspira a uma vaga permanente.

As prioridades do país em sua atuação no conselho, segundo nota do Itamaraty, incluem a estabilidade no Haiti, a situação na Guiné-Bissau, a paz no Oriente Médio, os esforços em favor do desarmamento, a promoção do respeito ao Direito Internacional Humanitário, a evolução das operações de manutenção da paz e a promoção de um enfoque que articule a defesa da segurança com a promoção do desenvolvimento socioeconômico.

Ainda segundo o Ministério de Relações Exteriores, o Brasil foi membro do conselho nos seguintes períodos: 1946-47, 1951-52, 1954-55, 1963-64, 1967-68, 1988-89, 1993-94, 1998-99 e 2004-05.

Veja matéria completa e infográfico sobre a história do Conselho de Segurança da ONU no site da globo.com: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1342280-5602,00-BRASIL+E+ELEITO+PARA+VAGA+ROTATIVA+DO+CONSELHO+DE+SEGURANCA+DA+ONU.html, acesso em 15 out. 2009.

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Crise em Honduras

Publicado por Sandro Meira em 15/10/2009

Micheletti afirma que ‘ainda não há acordo’ sobre Zelaya

TEGUCIGALPA, Honduras (AFP) – O governo de fato de Honduras, liderado por Roberto Micheletti, disse nesta quarta-feira que, “até o momento, não há qualquer acordo” sobre a restituição do presidente deposto, Manuel Zelaya, e que o diálogo será retomado nesta quinta-feira.

Segundo Micheletti, persiste uma divergência sobre se a restituição será decidida pelo Congresso ou pela Suprema Corte de Justiça.  “Estão pedindo para o Congresso decidir sobre se ele (Zelaya) poderá voltar ou não, mas isto é um assunto legal, que, definitivamente, cabe à Suprema Corte de Justiça”, declarou o presidente de fato.

Em seu comunicado, o governo de fato destaca que “até o momento não há qualquer acordo definitivo sobre este ponto e que “amanhã (quinta-feira) os negociadores retomarão o diálogo”.

Disponível em: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/091014/mundo/honduras_pol__tica_golpe, acesso em 15 out. 2009.

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Até tu, Dilma!

Publicado por Sandro Meira em 14/10/2009

Dilma confirma que declaração de IR caiu na malha fina

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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, confirmou hoje que teve sua declaração de Imposto de Renda Pessoa Física de 2009, relativa aos rendimentos de 2008, retida na malha fina da Receita Federal, informação divulgada na edição de hoje do jornal “O Globo”. Ela disse que viu com naturalidade o fato de ter caído na malha fina. A ministra justificou que informou um pagamento que não foi declarado pela pessoa que recebeu e que “preencheu o dado certo no lugar errado”. “Não houve nada de má-fé. Foi questão técnica.”

Disponível em: http://br.noticias.yahoo.com/s/14102009/25/economia-dilma-confirma-declaracao-caiu-na.html, acesso em 14 out. 2009.

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MST

Publicado por Sandro Meira em 10/10/2009

cutraleAcompanhe as açoes do MST no site do Estadão: http://topicos.estadao.com.br/mst

Em nota divulgada nesta sexta-feira, 9, a direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) atribuiu os atos de vandalismo na recente invasão à fazenda da Cutrale, no interior de São Paulo, a possíveis “infiltrados”, e pediu que a situação seja investigada.

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Veja matéria completa disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,mst-ve-acao-de-infiltrados-em-vandalismo-na-cutrale,448623,0.htm

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Desigualdades Sociais no Brasil

Publicado por Sandro Meira em 10/10/2009

Desigualdades sociais ainda são desafio

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Síntese de Indicadores Sociais de 2008 mostra que mulheres, crianças e negros ainda enfrentam mais dificuldades. Veja os principais números no site do Estadão:

http://www.estadao.com.br/especiais/desigualdades-sociais-ainda-sao-desafio,74100.htm

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Obama é Nobel da Paz

Publicado por Sandro Meira em 10/10/2009

Fidel Castro acha positiva escolha de Obama para Nobel da Paz

Ex-presidente cubano diz que premiação foi uma crítica à política genocida de outros presidentes americanos

HAVANA - O líder cubano Fidel Castro qualificou neste sábado, 10,  de “positiva” a concessão do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Em um novo artigo de suas Reflexões divulgado pela imprensa oficial, o ex-presidente, de 83 anos, adverte que nem sempre compartilha as posições que outorgam o Nobel, mas que se vê “obrigado a reconhecer” que nestes momentos é “uma medida positiva”.

obama

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“Muitos opinarão que (Obama) não ganhou ainda o direito a receber tal distinção. Desejamos ver na decisão, mais que um prêmio ao presidente dos Estados Unidos, uma crítica à política genocida que seguiram não poucos presidentes desse país, os quais conduziram o mundo à encruzilhada onde hoje se encontra”, afirma Castro.O ainda primeiro-secretário do governante Partido Comunista de Cuba acrescenta que o Nobel a Obama é “uma exortação à paz e a busca de soluções que conduzam à sobrevivência da espécie”.Segundo Castro, “compensa o revés que sofreu em Copenhague ao perder a disputa da sede das Olimpíadas de 2016, que provocou ataques irados de seus adversários de extrema direita”.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,fidel-castro-acha-positiva-escolha-de-obama-para-nobel-da-paz,448832,0.htm, acesso em 10 out. 2009.

 

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Agora foi a vez da Polônia ratificar o Tratado de Lisboa

Publicado por Sandro Meira em 10/10/2009

Presidente polonês ratifica Tratado de Lisboa

Kaczynski insistiu em uma antiga reivindicação da diplomacia polonesa: a abertura da UE a outros países

VARSÓVIA - O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, assinou neste sábado, 10, em Varsóvia, o Tratado de Lisboa, em um ato no qual esteve acompanhado do presidente rotativo da União Europeia (UE), o primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt, da Suécia, e dos presidentes da Comissão e do Parlamento europeus, José Manuel Durão Barroso e Jerzy Buzek, respectivamente.

Ao rubricar o documento, Kaczynski pôs fim a mais de um ano de rejeição ao texto e deixou a República Tcheca como único país do bloco a não concluir o processo de ratificação.

O Tratado de Lisboa “melhora” o funcionamento das instituições da UE, destacou Lech Kaczynski, que cumpriu a promessa de ratificar o texto só depois de a Irlanda aprová-lo em plebiscito, o que aconteceu no fim de semana passado.

“Após a decisão da Irlanda, já não havia obstáculo à ratificação”, afirmou o chefe do Estado polonês, que, no entanto, disse que a “Polônia é e continuará sendo um país soberano” apesar da assinatura.

Kaczynski aproveitou seu discurso para insistir em uma antiga reivindicação da diplomacia polonesa: a abertura da UE a outros países, especialmente a “Ucrânia e Geórgia”.

O Parlamento polonês já tinha dado sinal verde ao Tratado de Lisboa em abril de 2008. Mas, por insistência de Lech Kaczynski, o texto foi acompanhado de um decreto com as principais exigências dos conservadores governistas, como uma referência expressa à supremacia da legislação polonesa frente às leis do bloco e à Carta de Direitos Europeus.

Desde então, só restava a assinatura do presidente para que, de acordo com a Constituição da Polônia, o documento ficasse definitivamente aprovado no país.

“O Tratado encerra a primeira etapa da ampliação da UE. Somos testemunhas de uma ratificação muito importante”, afirmou Barroso após o ato.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,presidente-polones-ratifica-tratado-de-lisboa,448848,0.htm, acesso em 10 out. 2009.

Entenda o que é o Tratado de Lisboa no site: http://europa.eu/lisbon_treaty/full_text/index_pt.htm

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IDH 2009 (dados de 2007) – Brasil fica na 75ª posição

Publicado por Sandro Meira em 05/10/2009

05/10/2009 – 08h31
Brasil fica em 75º lugar no ranking do IDH
Fabiana Uchinaka, do UOL Notícias, em São Paulo

O Brasil está na 75ª posição no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que avalia 182 países, e teve uma pontuação de 0,813, por isso permanece no grupo dos países considerados de alto desenvolvimento humano – aqueles com IDH superior a 0,800. No último levantamento, o país aparecia na 70º posição, mas com índice menor: 0,807. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (5) pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e referem-se ao ano de 2007.

(…)

Noruega, Austrália e Islândia ocupam os três primeiros lugares do ranking, com índices de 0,971, 0,970 e 0,969, respectivamente. Na outra extremidade, Níger (0,340), Afeganistão (0,352) e Serra Leoa (0,365) tiveram os piores índices. O Afeganistão volta ao ranking depois de ficar 13 anos fora.

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Veja matéria completa e demais informações sobre o IDH (PNUD2009) no site do Uol: http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/10/05/ult1859u1607.jhtm, acesso em 05 out. 2009.

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G-20 decide aumentar participação de emergentes no FMI

Publicado por Sandro Meira em 25/09/2009

Entenda o que é o G-20 no blog Bicho Geográfico: http://sandromeira12.wordpress.com/2009/07/06/afinal-o-que-e-o-g-20/

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Em Pittsburgh, bloco anuncia transferência de 5% das cotas do fundo para países em desenvolvimento

PITTSBURGH - A cúpula do G-20 decidiu nesta sexta-feira, 25, transferir “pelo menos 5%” das cotas de participação do Fundo Monetário Internacional (FMI) aos países emergentes e em desenvolvimento, anunciou o diretor-gerente do bloco, Dominique Strauss-Kahn. A declaração final do encontro também inclui o compromisso de impulsionar reformas que permitam um crescimento “sustentado e equilibrado” para o século XXI, e avalia que os esforços coordenados para estabilizar os mercados e prevenir colapsos monetários globais funcionaram.

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Os Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China – pediam a transferência de 7% das cotas dos países desenvolvidos no FMI para os emergentes e 6% da participação no Banco Mundial – ou seja, um pouco mais do que está sendo oferecido. O principal alvo era a participação dos europeus, que estão “super-representados” no fundo em relação a seu peso na economia mundial – os Estados Unidos estão relativamente equilibrados. 

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No comunicado divulgado ao final da reunião de dois dias em Pittsburgh, os chefes de Estado do grupo ainda afirmaram que lançarão uma nova estrutura que definirá regras mais rígidas aos bancos até 2012. Para impulsionar as reformas, o G20, segundo a declaração final, se constituirá no “principal fórum de cooperação econômica em nível internacional”, uma iniciativa que vai de encontro ao G-8, que
assumiu esse papel nos últimos 30 anos.

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‘Papel excepcional’

O G-20 passa a cumprir papel excepcional na nova ordem econômica mundial, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista após a conclusão do encontro. Lula afirmou que isto não significa que o G-8 acabou, mas significa que o G-20 está agora consagrado como o fórum que vai discutir os assuntos econômicos mundiais.

O Grupo dos 8, ou G-8, é composto pelos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Japão, Canadá e Rússia. O G-20 integra as 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Lula avaliou que a reunião desta sexta foi a mais importante já realizada no âmbito do G-20.

No encontro de Washington, em 2008, o presidente afirmou que o primeiro degrau havia sido ultrapassado. Na reunião de Londres, este ano, ele ponderou que havia ceticismo público sobre as áreas em que o G-20 poderia avançar. E, neste último encontro, houve consagração do G-20 como fórum institucional para cuidar de questões econômicas, acrescenta Lula, destacando o aumento da participação dos emergentes nos órgãos econômicos.

(Com Nalu Fernandes, da Agência Estado)

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,g-20-decide-aumentar-participacao-de-emergentes-no-fmi,441085,0.htm, acesso em 25 set. 2009.

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Grau de investimento para o Brasil

Publicado por Sandro Meira em 22/09/2009

Moody’s atribui grau de investimento para a economia brasileira

Decisão da empresa de risco de crédito saiu nesta terça-feira (22).
Outras grandes agências internacionais já haviam dado a nota ao país.

economia

A agência internacional de classificação de risco Moody’s atribiu nesta terça-feira (22) o grau de investimento à economia brasileira. Era a última agência internacional que faltava dar tal reconhecimento ao país. Standard & Poor’s e Fitch já haviam atribuído a nota ao Brasil no ano passado.

O grau de investimento, na prática, é uma recomendação para que os investidores coloquem mais recursos no país. A avaliação feita pelas agências considera as condições fiscais (das contas públicas) e as contas externas, além do marco regulatório e condições políticas, entre outros fatores.

grau

Entenda o que é o grau de investimento no site da globo.com: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1313919-9356,00-MOODYS+ATRIBUI+GRAU+DE+INVESTIMENTO+PARA+A+ECONOMIA+BRASILEIRA.html, acesso em 22 set. 2009.

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Bovespa supera 60 mil pontos pela 1ª vez desde julho de 2008

Publicado por Sandro Meira em 16/09/2009

Declarações de Bernanke sobre fim da crise e dados positivos embalam mercados; dólar cai a R$ 1,80

SÃO PAULO - O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), acelerava a alta no pregão desta quarta-feira, 16, e atingia 60 mil pontos pela primeira vez desde julho de 2008, beneficiado por dados econômicos e corporativos. Às 14h47 (de Brasília), o Ibovespa valorizava-se 1,68%, aos 60.259 pontos, renovando a máxima. No ano, a valorização da Bovespa beira 60%. Desde cedo, o apetite por risco enfraquecia o dólar de maneira generalizada no exterior e no Brasil. A forte entrada de dólares no segmento financeiro do País também contribui para a queda. Às 15h15, a moeda norte-americana caia 0,33%, cotada a R$ 1,80.

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Os mercados internacionais também sustentam seus ganhos, ainda embalados pelas declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, de que a recessão dos EUA teria terminado. Em Wall Street, o índice Dow Jones exibia valorização de 1,11%, Nasdaq subia 1,30% e S&P 500 ganhava 1,44%. Na Europa, os mercados também encerraram com ganhos - pela nona vez nos últimos dez pregões. Em Londres, o FT-100 subiu 1,63%; em Frankfurt, o Dax avançou 1,27% e em Paris o CAC-40 fechou em alta de 1,64%.

Apesar do cenário econômico mais otimista vislumbrado pelos mercados, analistas alertam que a alta das bolsas é excessiva quando confrontada com o ritmo de recuperação efetivo da economia. Para muitas casas, o nível dos 60 mil pontos para o Ibovespa era visto como uma meta para o fim deste ano, o que fortalece a iminência de uma realização de lucros no curtíssimo prazo.

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Nesta quarta-feira, o Ministério do Trabalho e Emprego informou que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de agosto registrou a criação de 242.126 empregos formais. No acumulado de janeiro a agosto de 2008, foram criados 680.034 postos de trabalho. Lá fora, os EUA amargam altos níveis de taxa de desemprego, mas os recentes indicadores econômicos norte-americanos já sinalizam uma recuperação da atividade.

Na agenda norte-americana desta quarta, a atenção ficou voltada para os números da produção industrial dos EUA em agosto, que subiu 0,8% no mês passado, acima do previsto (+0,6%). A taxa de utilização da capacidade também veio melhor que o esperado e bateu 69,6%, ante expectativa de 69,0%. Em julho, a produção industrial norte-americana foi revisada para uma alta de 1,0%, de +0,5% originalmente. O dado inicialmente estimado para julho havia sido de 68,5%. No entanto, o nível ainda é inferior à média de 1972 a 2008, que foi de 80,9%.

Outro indicador nos EUA que também era aguardado era o Índice de Preços ao Consumidor (CPI), que subiu 0,4% em agosto ante julho, em linha com a previsão. O núcleo do índice também ficou dentro do previsto, ao avançar 0,1%, na mesma base de comparação. Em relação a agosto do ano passado, o CPI caiu 1,5% e o núcleo do índice subiu 1,4%, a menor alta desde fevereiro de 2004.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,ibovespa-supera-60-mil-pontos-pela-1a-vez-desde-julho2008,435957,0.htm, acesso em 16 set. 2009

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Após 50 anos da revolução, embargo econômico à Cuba permanece

Publicado por Sandro Meira em 14/09/2009

Obama prorroga por mais um ano o embargo comercial a Cuba

Bloqueio à ilha comunista vale desde 1963.
Continuidade da medida é ‘do interesse nacional’, argumenta democrata.

cuba

O presidente dos EUA, Barack Obama, prorrogou por mais um ano a Lei de Comércio com o Inimigo, que proíbe qualquer intercâmbio com países considerados uma ameaça. Na prática, atualmente, ela só afeta o comércio americano com Cuba.

Em memorando datado de 11 de setembro e distribuído nesta segunda (14), Obama argumenta que a prorrogação das medidas é “de interesse nacional”.

Leia também: Decisão decepciona a América Latina, diz assessor de Lula

O documento foi enviado aos secretários de Estado, Hillary Clinton, e de Tesouro, Timothy Geithner.

A lei, de 1917, deu origem, em 1963, ao embargo contra a ilha comunista, conhecido oficialmente como “Regulação de Controle dos Bens Cubanos”.

Em 1977, a lei foi reformada para ser aplicada somente em situações de guerra e de emergência nacional. Como o embargo contra Cuba foi decidido em 1963, ou seja, antes da reforma, a ilha comunista continuou na lista, mas o presidente tem que confirmar a decisão a cada ano.

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A legislação afetava a Coreia do Norte ate junho de 2008, quando o então presidente George W. Bush retirou o país da lista, depois que o regime de Pyongyang se comprometeu a tomar medidas para desmantelar seu programa nuclear.

Leia também: G1 conta a história da rivalidade entre EUA e Cuba

Veja a matéria completa e a história da rivalidade entre Cuba e EUA no site da globo.com: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1303739-5602,00-OBAMA+PRORROGA+POR+MAIS+UM+ANO+O+EMBARGO+COMERCIAL+A+CUBA.html, acesso em 14 set. 2009.

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