Bicho Geográfico

Blog sobre Atualidades e Geografia

Arquivo da categoria ‘Mundo’

Confrência de Copenhague

Publicado por Sandro Meira em 11/12/2009

Esboço cita corte de 15% a 30% de CO2 para país em desenvolvimento

Texto ressalva que ‘plano de ação’ é condicionado à ajuda dos países ricos.
‘Desvio substancial’ das emissões deve ser obtido até 2020.

O primeiro rascunho oficial de acordo a ser fechado pelas 193 nações representadas na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 15 , diz que os países em desenvolvimento devem tomar ações de mitigação apoiadas pelos países ricos para atingir uma redução “substancial” das emissões – entre 15% e 30% até 2020 em relação ao que emitiriam se nada fosse feito. Mas o texto reconhece que a redução nestes países “depende do nível de apoio disponível”.

Acompanhe o que está acontecendo em Copenhague pelo site: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1411692-17816,00-ESBOCO+CITA+CORTE+DE+A+DE+CO+PARA+PAIS+EM+DESENVOLVIMENTO.html, acesso em 11 dez. 2009.

Especial do Globo News Sobre Copenhague: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1400360-17665-334,00.html

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Conferência de Copenhague sobre Mudanças Climáticas

Publicado por Sandro Meira em 07/12/2009

G1 tira suas dúvidas sobre a conferência do clima, direto de Copenhague

Reunião internacional começou nesta segunda e vai durar duas semanas.

Objetivo é fechar acordo para redução de emissões de gases-estufa.

A Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 15), que começou às 10h45 (7h45 em Brasília) desta segunda-feira (7), desperta muita dúvida e curiosidade.

Veja tudo sobre essa Conferência no site da globo.com: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1406052-17816,00-G+TIRA+SUAS+DUVIDAS+SOBRE+A+CONFERENCIA+DO+CLIMA+DIRETO+DE+COPENHAGUE.html

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Fusões: Volkswagen compra 49,9% de participação na Porsche

Publicado por Sandro Meira em 07/12/2009

Este é o segundo passo na integração de várias etapas com a Porsche SE.
Aquisição do grupo de concessionárias da marca acontecerá em 2011.
 

A Volkswagen deu o segundo passo em sua integração de várias etapas com a Porsche SE, comprando 49,9% de participação nesta segunda-feira (7) no negócio de carros esportivos por 3,9 bilhões de euros (US$ 5,8 bilhões). O acordo significa que a Porsche SE não irá mais consolidar a Porsche AG em seu balanço. 

Volkswagen e Porsche estão em processo de fusão(Foto: Divulgação)

 ”A aquisição do negócio de varejo de carros da Porsche Holding está planejada para 2011. Durante 2011, um grupo automotivo integrado será concluído através da fusão da Volkswagen com a Porsche SE”, disse a Volks em comunicado nesta segunda-feira.

A Porsche está atualmente avaliada em12,4 bilhões de euros. 

A Volkswagen reafirmou que a integração levará a sinergias anuais de cerca de 700 milhões de euros. A Volkswagen avaliou a Porsche AG e a Porsche Holding, maior grupo de concessionárias de veículos da Europa, em 16 bilhões de euros em capital e dívida. 

Décima marca 

A compra será financiada por meio de um aumento de capital por um valor global estimado de 8 bilhões de euros até 2014, que foi autorizado pelos acionistas da Volkswagen na última quinta-feira (3). 

Com a operação, a Porsche se transforma na décima marca do grupo Volkswagen, que já conta com as marcas Audi, Bentley, Bugatti e Lamborghini, entre outras. 

A Volkswagen planeja se tornar a maior montadora do mundo em 2018 e, assim, ultrapassar a japonesa Toyota. 

Dipsonível em: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1406274-9658,00-VOLKSWAGEN+COMPRA+DE+PARTICIPACAO+NA+PORSCHE.html, acesso em 07 dez. 2009.

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Bradesco: líder das Américas

Publicado por Sandro Meira em 03/12/2009

Bradesco é o banco mais rentável das Américas, diz pesquisa

Há sete anos uma instituição latino-americana não ocupava a 1ª posição; em 2001, Itaú liderou o ranking

SÃO PAULO - O Bradesco é atualmente o mais rentável entre os maiores bancos de capital aberto dos Estado Unidos e América Latina, segundo pesquisa da consultoria Economatica que analisa dados de 2009. Em relação a 2008, o Bradesco subiu duas posições no ranking. Há sete anos um banco latino-americano não detinha a primeira colocação como o mais rentável. A última vez foi em 2001, quando o Itaú liderou o lista. O cálculo para obter o Retorno sobre Ativos (ROA) foi feito dividindo o lucro da instituição de janeiro a setembro pelos ativos totais no mês de setembro.

Depois de ocupar a segunda posição em 2008, o ItaúUnibanco caiu para o terceiro lugar. Já o Banco do Brasil ocupa atualmente a quinta colocação, depois de ser o quarto no ano passado. O Santander Brasil, por sua vez, ficou em décimo, melhorando cinco posições em relação a 2008. Estes foram os únicos quatro bancos brasileiros que apareceram entre os 20 maiores, com base nos números de setembro de 2009.

Considerando apenas os ativos, o maior banco dos Estados Unidos e América Latina é o Bank of América, com US$ 2,251 trilhões. Já o banco latino-americano melhor posicionado em relação a ativos é o Banco do Brasil, com US$ 385,6 bilhões.

Já na análise dos lucros, o Wells fargo, dos Estados Unidos, tem o maior de janeiro a setembro, com US$ 9,45 bilhões. O ItauUnibanco é o sexto no ranking de lucros, o Banco do Brasil aparece em sétimo e o Bradesco o oitavo. Segundo o estudo, somente 20 bancos na América Latina e Estados Unidos tinham ativos superiores a US$ 100 bilhões em setembro de 2009.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,bradesco-e-o-banco-mais-rentavel-das-americas–diz-pesquisa,476141,0.htm, acesso em 03 dez. 2009.

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Brasil e China: uso de moedas nacionais no comércio bilateral

Publicado por Sandro Meira em 03/12/2009

Brasil e China realizam 1ª operação financeira em moedas locais País oriental faz ofensiva para ampliar o uso do yuan fora de suas fronteiras e reduzir a dependência do dólar Cláudia Trevisan, de O Estado de S. Paulo

PEQUIM - Brasil e China realizaram no mês passado a primeira operação financeira diretamente nas moedas dos dois países, sem conversão para o dólar. A filial brasileira da fabricante de ar-condicionados Gree enviou quase R$ 1 milhão para sua matriz por meio do Bank of China, que recebeu o dinheiro em reais e o entregou em yuans três dias mais tarde em uma agência na província de Guangdong.

Normalmente, as remessas internacionais são feitas em moedas conversíveis, como dólar ou euro, mas a China está em uma ofensiva para ampliar a utilização do yuan fora de suas fronteiras. Na visita que fez a Pequim em maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o comércio entre os dois países seja realizado nas moedas nacionais, sem a conversão intermediária para o dólar.

A remessa da Gree teve por objetivo pagar pela importação de partes destinadas à sua fábrica na Zona Franca de Manaus, onde está desde 1999.

O vice-presidente do Bank of China no Brasil, Xiao Qi, disse à agência oficial de notícias Xinhua que a utilização das moedas dos países envolvidos na operação reduz o risco associado à flutuação das taxas de câmbio. Em sua avaliação, outras empresas chinesas com atuação no Brasil vão preferir liquidar suas remessas para a China com a conversão direta de reais para yuans, sem passar pelo dólar.

No mês de março, o presidente do Banco do Povo da China (o banco central), Zhou Xiaochuan, defendeu o abandono do dólar como reserva internacional de valor e sua substituição pelo Special Drawing Rights (SDR), uma versão rudimentar de moeda internacional criada pelo Fundo Monetário Internacional em 1969.

Desde então, a China adotou uma postura mais agressiva para promover o uso internacional de sua própria moeda. Só o Bank of China realizou nos últimos meses 50 operações de remessas de diferentes países diretamente em yuans, em valor equivalente a US$ 8,8 milhões. Com Hong Kong, que é uma região administrativa da China, foram feitas mais de 100 transações, na cifra de US$ 14,7 milhões.

Os valores são irrisórios quando comparados aos US$ 2,56 trilhões que o comércio internacional da China movimentou em 2008, mas as operações são um indício da disposição de Pequim de gradualmente reduzir a utilização do dólar.

Além de defender a liquidação de operações comerciais em yuans, as autoridades chinesas manifestam desde o ano passado preocupação com a cotação do dólar e a possibilidade de forte desvalorização da moeda em razão do enorme déficit norte-americano.

A China tem o maior volume de reservas internacionais do mundo, de US$ 2,27 trilhões, e veria esse patrimônio derreter em um cenário de queda livre do dólar. Pelo menos US$ 800 bilhões das reservas estão investidos em títulos do Tesouro dos Estados Unidos e outros US$ 500 bihões a US$ 700 bilhões estão em ativos denominados em dólares.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-e-china-realizam-1a-operacao-financeira-em-moedas-locais,476102,0.htm, acesso em 03 dez. 2009.

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Crise em Dubai

Publicado por Sandro Meira em 30/11/2009

Bolsas europeias fecham em baixa por preocupações com Dubai

Bovespa acompanha tom de cautela dos mercados do Ocidente e oscila; dólar sobe e é cotado a R$ 1,75

 

LONDRES - As ações europeias fecharam no menor nível em mais de três semanas nesta segunda-feira, com os papéis de companhias ligadas a petróleo entre os que tiveram as maiores quedas. Preocupações acerca da dívida de Dubai continuaram afligindo os mercados acionários globais. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acompanha o tom de cautela nos mercados financeiros do Ocidente e opera em leve queda, após passar a manhã no terreno positivo. Às 15h30 (de Brasília), o Ibovespa tinha leve queda de 0,01%, aos 67.077 pontos. No mesmo horário, o dólar subia 0,37%, cotado a R$ 1,75.

Veja também:

Emirados Árabes darão apoio a bancos afetados pela moratória

Três maiores bancos do Brasil negam exposição a Dubai

ANÁLISE: Empresa era a joia da coroa de Dubai

Brasil não será afetado, diz Meirelles

As lições de Dubai para o quadro da economia global

JOSÉ PAULO KUPFER: Pé na jaca especulativo explica calote em Dubai

O índice FTSEurofirst 300, que mede o desempenho dos principais papéis do continente, terminou em baixa de 1,29%, a 986 pontos, menor patamar de encerramento desde 4 de novembro. O indicador acumulou valorização de 1% em novembro e de quase 53% ante a mínima histórica atingida em 9 de março.

Nos EUA, os índices também operam em leve baixa. O S&P 500 cedia 0,20%, o Nasdaq -0,51% e o Dow Jones – 0,17%, com o mercado absorvendo os números de vendas das varejistas na Black Friday. As lojas norte-americanas atraíram mais consumidores durante o final de semana prolongado, mas o tráfego maior de clientes não foi suficiente para impulsionar os gastos, que caíram em relação ao ano passado.

O governo de Dubai afirmou nesta segunda-feira que não é responsável pelas dívidas de seu conglomerado, oferecendo pouca transparência sobre um plano para adiar bilhões de dólares em pagamentos de dívidas que têm abalado os mercados mundiais. O principal índice da bolsa de valores de Dubai despencou 7,3% nesta segunda.

“Não vemos isso como um ponto de retorno. Não estamos tão longe do pico recente”, disse Teun Draaisma, estrategista de ações do Morgan Stanley, em Londres. “A nova onda é crise de dívida soberana, em vez de crises bancárias. Mas, dolorosamente, esse tipo de risco significa que as taxas de juros permanecerão baixas. Nenhum governo em sã consciência dará início a um aperto monetário repentinamente. Achamos que o mercado se valorizará.”

As ações do segmento de energia estiveram entre as maiores perdedoras, mesmo com os preços futuros do petróleo ensaiando uma recuperação, sendo negociados acima de US$ 76 o barril após tocarem as mínimas em seis semanas na sessão anterior. BP, Royal Dutch Shell, BG Group, Total e StatoilHydro cederam entre 1,6% e 2,8%.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 1,05%, a 5.190 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,05%, para 5.625 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,11%, a 3.680 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,25%, para 21.928 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 retrocedeu 1,12%, a 11.644 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 recuou 1,34%, para 8.253 pontos.

Bolsas da Ásia avançam

As bolsas da Ásia se recuperaram nesta segunda depois da acentuada queda da semana passada provocada pela crise de dívida de Dubai. A avaliação de que os efeitos de um potencial calote serão limitados foi reforçada com uma série de garantias de autoridades que ajudaram a acalmar os nervos dos investidores. As ações do setor bancário, que enfrentaram a maior parte do movimento de venda da sexta-feira, lideraram os ganhos nesta segunda-feira.

As ações em Hong Kong, que sofreram a maior perda diária em oito meses na sexta-feira, e o mercado acionário de Tóquio, que encerrou no menor nível em quatro meses na semana passada, registraram os maiores ganhos na região nesta segunda-feira.

A bolsa de Tóquio subiu 2,91%, a 9.435 pontos. O mercado em Hong Kong disparou 3,25%, a 21.821 pontos. Já o índice MSCI que reúne mercados da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subia 2,68% às 7h46 (horário de Brasília), a 402 pontos. Xangai avançou 3,2%, Cingapura recuou 1,09% e Taiwan teve valorização de 1,22%.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,acoes-europeias-fecham-em-baixa-por-preocupacoes-com-dubai,474398,0.htm, acesso em 30 nov. 2009.

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Aquecimento global

Publicado por Sandro Meira em 23/11/2009

Concentração de gases-estufa é a maior já registrada, diz agência da ONU

Cálculo divulgado nesta segunda é da Organização Meteorológica Mundial.
Ação do CO2, metano e óxido nitroso se intensificou 26% desde 1990.

A Organização Meteorológica Mundial (WMO, na sigla em inglês), agência das Nações Unidas, afirmou nesta segunda-feira (23) que os gases causadores do efeito estufa, fenômeno que gera altas incomuns da temperatura global, alcançaram em 2008 os maiores níveis desde 1750.

Desde 1990, a ação do dióxido de carbono, do metano e do óxido nitroso – os três gases-estufa de longo prazo – de “aprisionar” a radiação solar se intensificou 26,2%. Entre 2007 e 2008, a alta foi de 1,3%.

 Aspas Estamos esperando que Copenhague dê origem a uma decisão significativa em relação aos gases do efeito estufa. Quanto mais adiarmos uma decisão, maior será o impacto”

O nível de dióxido de carbono (CO2) chegou a 385,2 ppm (partes por milhão, ou número de moléculas do gás a cada milhão de moléculas de ar). Antes da Revolução Industrial, a concentração de CO2 na atmosfera mantinha-se estável em aproximadamente 280 ppm. O dióxido de carbono, com uma concentração atmosférica 38% superior à vigente na era pré-industrial,responde por 63,5% do efeito-estufa total. Responde, contudo, por 85% da alta do fenômeno na última década e por 86%, nos últimos cinco anos.

O metano (CH4) é culpado por 18,2% do bloqueio de radiação. Antes da era industrial, apresentava uma concentração de aproximadamente 700 ppb (partes por bilhão, ou número de moléculas do gás a cada bilhão de moléculas de ar). No ano passado, havia alcançado 1.797 ppb, uma alta de 157%.

O óxido nitroso (N2O) contribui com 6,2% do efeito estufa global. Saltou 19% da era pré-industrial para cá. Eram 270 ppb. Agora são 321,8 ppb.

Os números constam do “Greenhouse Gas Bulletin”.

Copenhague

A WMO monitora a concentração desses gases na atmosfera por meio de uma rede de estações localizadas em mais de 50 países.

O boletim divulgado nesta segunda-feira é o quinto de uma série anual iniciada em 2004 e é divulgado às vésperas da Conferência da ONU sobre mudanças climáticas, que será realizada de 7 a 18 de dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.

A reunião de Copenhague tem como objetivo fechar um novo acordo global sobre o clima para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

Mais de 60 chefes de Estado e de governo, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, já confirmaram participação na reunião. 

O chefe da agência, Michel Jarraud disse em coletiva de imprensa, em Genebra, que os dados da WMO mostram que o mundo está “de fato mais próximo do cenário mais pessimista” em relação ao aquecimento global nos próximos anos.

“Isso reforça o fato de que é preciso adotar medidas o mais rápido possível”, disse. “Estamos esperando que Copenhague dê origem a uma decisão significativa em relação aos gases do efeito estufa. Quanto mais adiarmos uma decisão, maior será o impacto.”

O pior cenário quanto ao aquecimento global, divulgado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) em um relatório de 2007, prevê um aumento de temperatura de entre 2,4ºC e 6,4ºC até o fim do século

Disponível em: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1389184-5603,00-CONCENTRACAO+DE+GASESESTUFA+E+A+MAIOR+JA+REGISTRADA+DIZ+AGENCIA+DA+ONU.html, acesso em 23 nov. 2009.

Veja também no site do Estadão: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,concentracao-de-gases-estufa-e-a-maior-ja-registrada-diz-onu,470815,0.htm

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Ahmadinejad no Brasil

Publicado por Sandro Meira em 23/11/2009

A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil esteve entre as principais notícias da imprensa internacional nesta segunda-feira, 23. Além da defesa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez do direito do Irã de possuir um programa nuclear pacífico, sites de jornais e de televisões de todo mundo destacaram ainda o esforço do Brasil em se apresentar como player importante também no Oriente Médio.

Veja mais em: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,leia-o-que-a-imprensa-mundial-falou-da-visita-de-ahmadinejad,470882,0.htm

e

http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1388940-5601,00-AO+LADO+DE+AHMADINEJAD+LULA+DEFENDE+DIREITO+DO+IRA+A+PROGRAMA+NUCLEAR+PACIF.html

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Lula está na 33ª posição entre as pessoas mais poderosas do mundo: ganhou do Bin Laden

Publicado por Sandro Meira em 16/11/2009

Lula é a 33ª pessoa mais poderosa do mundo, diz Forbes

Da Agência Estado

A revista norte-americana Forbes divulgou hoje em seu website a sua lista das pessoas mais poderosas do mundo. Segundo a revista, a lista tem 67 personalidades, uma para cada cem milhões de habitantes da Terra. A pessoa mais poderosa do mundo, segundo a Forbes, é o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

lula

O brasileiro mais poderoso é o presidente Luís Inácio Lula da Silva, que aparece em 33º lugar. O governador do Mato Grosso, o sojicultor Blairo Maggi, o único brasileiro além de Lula na lista, ficou em 62º lugar, acima de personalidades políticas como o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que ficou em último, e do presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, que ficou em 63º. Maggi, no entanto, é considerado pela Forbes menos poderoso que o magnata indiano Ratan Tata, que ficou em 59º lugar, e que a apresentadora norte-americana de televisão Oprah Winfrey, que ficou em 45º lugar.

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, aparece como a 17ª pessoa mais poderosa do mundo, com mais poderes que seu marido, o ex-presidente americano Bill Clinton, em 31º lugar.

A lista traz outras curiosidades: o traficante mexicano Joaquín “El Chapo” Guzmán aparece na lista como a 41ª pessoa mais poderosa do mundo. O governo mexicano oferece recompensa equivalente a US$ 2,3 milhões por “El Chapo”, chefão do cartel da droga de Sinaloa. O mexicano e latino-americano mais poderoso, segundo a Forbes, é o magnata Carlos Slim Helu – dono de várias empresas, incluindo a Telefonos de México -, em sexto lugar na lista.

Segue a lista das pessoas mais poderosas do mundo, segundo a Forbes:

1. Barack Obama

2. Hu Jintao

3. Vladimir Putin

4. Ben S. Bernanke

5. Sergey Brin e Larry Page

6. Carlos Slim Helu

7. Rupert Murdoch

8. Michael T. Duke

9. Abdullah bin Abdul Aziz al Saud (rei Abdullah da Arábia)

10. William Gates III

11. Papa Bento XVI

12. Silvio Berlusconi

13. Jeffrey R. Immelt

14. Warren Buffett

15. Angela Merkel

16. Laurence D. Fink

17. Hillary Clinton

18. Lloyd C. Blankfein

19. Li Changchun

20. Michael Bloomberg

21. Timothy Geithner

22. Rex W. Tillerson

23. Li Ka-shing

24. Kim Jong Il

25. Jean-Claude Trichet

26. Masaaki Shirakawa

27. Xeque Ahmed bin Zayed al Nahyan

28. Akio Toyoda

29. Gordon Brown

30. James S. Dimon

31. Bill Clinton

32. William H. Gross

33. Luiz Inácio Lula da Silva

34. Lou Jiwei

35. Yukio Hatoyama

36. Manmohan Singh

37. Osama bin Laden

38. Syed Yousaf Raza Gilani

39. Tenzin Gyatso

40. Ali Hoseini-Khamenei

41. Joaquín Guzmán

42. Igor Sechin

43. Dmitry Medvedev

44. Mukesh Ambani

45. Oprah Winfrey

46. Benjamin Netanyahu

47. Dominique Strauss-Kahn

48. Zhou Xiaochuan

49. John Roberts Jr.

50. Dawood Ibrahim Kaskar

51. William Keller

52. Bernard Arnault

53. Joseph S. Blatter

54. Wadah Khanfar

55. Lakshmi Mittal

56. Nicolas Sarkozy

57. Steve Jobs

58. Fujio Mitarai

59. Ratan Tata

60. Jacques Rogge

61. Li Rongrong

62. Blairo Maggi

63. Robert B. Zoellick

64. Antonio Guterres

65. Mark John Thompson

66. Klaus Schwab

67. Hugo Chávez

Disponível em: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1377250-5601,00-LULA+E+A+PESSOA+MAIS+PODEROSA+DO+MUNDO+DIZ+FORBES.html, acesso em 16 nov. 2009.

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Questão Palestina

Publicado por Sandro Meira em 16/11/2009

OLP ameaça decretar a independência palestina; qual seria a reação dos países?

por Gustavo Chacra, Seção: Geral 13:46:10.

A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) ameaça proclamar a independência da Palestina, sem o consentimento de Israel. O premiê Salam Fayyad diz, por sua vez, que a Autoridade Palestina deve trabalhar em um processo de dois anos com o objetivo final de criar um Estado independente. O Estado palestino ficaria dentro das fronteiras pré-1967, o que incluiria a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Jerusalém Oriental seria a capital.

A iniciativa se deve à frustração com o governo de Barack Obama, que voltou atrás na sua exigência de que Israel congele a expansão dos assentamentos judaicos na Cisjordânia. O presidente Mahmoud Abbas anunciou que não concorrerá nas adiadas eleições presidenciais e acrescentou que pode até mesmo renunciar diante da mudança da postura americana.

Israel, obviamente, rejeitaria a independência palestina e a perspectiva de paz afundaria ainda mais. Por outro lado, todos os países do mundo teriam de tomar uma posição, como aconteceu quando Kosovo decretou a independência da Sérvia. Na época, os EUA aceitaram o novo Estado.

No caso palestino, dá para especular o que poderia acontecer

EUA – certamente rejeitariam a independência do novo Estado. Porém fariam o máximo para levar os dois lados de volta para a mesa de negociações

França e Inglaterra – adotariam posições próximas às dos EUA, dizendo que as aspirações palestinas são legítimas, mas a independência deve ser acordada com Israel

Jordânia – Reconheceria imediatamente o novo Estado, mas sem colocar em risco as relações com Israel

Egito – Fecharia suas fronteiras com Gaza e diria que o problema envolve israelenses e palestinos e não tem nada a ver com o Cairo. No máximo, para puxar o saco americano, se ofereceria como mediador

Líbano – Imediatamente reconheceria o novo Estado, mas alertaria para a questão dos 400 mil refugiados no território libanês

Síria – Provavelmente, criaria a primeira Embaixada palestina no exterior, celebrando o novo Estado. Claro, isso se as negociações com Israel sobre o Golan não estiverem avançadas. Neste caso, poderia tentar, por baixo dos panos, demover os palestinos da decisão

Irã – Obviamente, reconheceria o Estado palestino, mas diria que terras palestinas, onde hoje está o Estado de Israel, ainda são ocupadas

Arábia Saudita e países do golfo – Afirmariam que esta é uma oportunidade para Israel reconhecer o Estado palestino nas fronteiras pré-1967 e estabelecer relações com todo o mundo árabe

China – Intensificaria as relações comerciais com os palestinos e, se possível, também com os israelenses. Mas manteria a cautela, pois não pode abrir um precedente para Taiwan

Rússia – Uma guerra sempre é bem vinda para elevar o preço do petróleo e a venda de armas. Portanto, independentemente do que Moscou falar, a torcida será por um conflito

Brasil – No governo Lula, provavelmente, o Brasil teria a mesma posição que a França, talvez ressaltando o fracasso americano e israelense de levar adiante o estabelecimento de um Estado palestino

Disponível em: http://blog.estadao.com.br/blog/chacra/?title=olp_ameaca_decretar_a_independencia_pale&more=1&c=1&tb=1&pb=1, acesso em 16 nov. 2009.

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Nasa encontra água na Lua

Publicado por Sandro Meira em 16/11/2009

Existe água gelada em grandes quantidades no pólo sul da Lua, confirma a NASA. A agência espacial norte-americana analisou os últimos dados da missão que levou o satélite LCROSS a despenhar-se a grande velocidade na grande cratera Cabeus, no dia 9 de Outubro.

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Esta depressão localizada no pólo sul da Lua está permanentemente na sombra, numa região onde a temperatura nunca sobe acima dos 170 graus negativos. O violento impacto do LCROSS na Cabeus provocou um jacto de vapor de 1,6 km de altura equivalente a mais de cem litros de água.

Antes de deixarem de funcionar, os sensores da nave (espectrómetros de infravermelhos e ultravioletas) detectaram vapor de água e gelo. “Não encontrámos apenas um pouco de água mas uma quantidade significativa”, afirmou Anthony Colaprete, cientista chefe desta missão.

Em todo o caso, Colaprete ressalvou que “a concentração e distribuição da água no solo lunar requer mais análises e a plena compreensão dos dados da LCROSS vai levar algum tempo”.

A nave Lunar Reconnaissance Orbiter, que acompanhou esta missão, vai aliás continuar em órbita à volta da Lua a fotografar e enviar dados sobre o impacto na cratera Cabeus.

A primeira evidência de água gelada na Lua veio da missão norte-americana da nave Clementine, em 1994, que calculou que a área do nosso único satélite natural sempre à sombra no pólo sul devia atingir os 14 mil km2.

Com os novos dados da nave Lunar Prospector, lançada em 1998, os cientistas da NASA estimaram que a quantidade de gelo no solo lunar se poderia situar entre um e três quilómetros cúbicos, com uma concentração de 900 gramas por tonelada de solo.

Missões posteriores dos EUA, Europa, Japão e China analisaram também a presença de água na Lua. Mas foram os dados da nave indiana Chandrayaan-1 e da sua Moon Impact Probe, lançada sobre a cratera Shackleton no pólo sul da Lua em 14 de Novembro de 2008, que trouxeram mais novidades.

Com efeito, esses dados foram analisados pela NASA, que confirmou a 25 de Setembro de 2009 a existência de água em vastas áreas da superfície da Lua, embora em concentrações reduzidas.

A confirmação da presença de água na Lua em quantidades apreciáveis é fundamental para tornar viável, no futuro, a existência de uma ou mais bases permanentes no único satélite natural da Terra. A água poderia ser usada para consumo humano e para o fabrico de combustível.

Disponível em: http://aeiou.expresso.pt/nasa-confirma-que-ha-grandes-quantidades-de-agua-na-lua=f547524, acesso em 16 nov. 2009.

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Vinte anos após a queda do Muro de Berlim

Publicado por Sandro Meira em 09/11/2009

muro

Cobertura completa dos vinte anos da queda do Muro de Berlim, no site da globo.com: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/0,,17398,00.html

Veja um interessante vídeo que explica o que foi o Muro de Berlim http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1371622-17398,00-VINTE+ANOS+APOS+A+QUEDA+DO+MURO+G+ATRAVESSA+BERLIM+DE+OESTE+A+LESTE.html

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Morre Claude Lévi-Strauss

Publicado por Sandro Meira em 03/11/2009

Ele é considerado o fundador da Antropologia Estruturalista.
Entre 1935 e 1939, lecionou sociologia na USP.

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Foi anunciada nesta terça-feira (3) a morte do antropólogo Claude Lévi-Strauss. A informação é da editora do intelectual, pela qual o falecimento teria ocorrido entre sábado e domingo. Criado em Paris, ele nasceu em Bruxelas em 28 de novembro de 1908. Fundador da Antropologia Estruturalista, é considerado um dos intelectuais mais relevantes do século 20.

Membro de uma família judia francesa intelectual, Lévi-Strauss estudou Direito e Filosofia na Sorbonne, em  Paris. Lecionou sociologia na recém-fundada Universidade de São Paulo (USP), de 1935 a 1939, e fez várias expedições ao Brasil central. 

Ali passou breves períodos entre os índios bororós, nambikwaras e tupis-kawahib, experiências que o orientaram definitivamente como profissional de antropologia.

Veja mais sobre a obra deste intelectual em: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1364788-5603,00-MORRE+CLAUDE+LEVISTRAUSS.html, acesso em 03 nov. 2009.

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Mudanças climáticas – Conferência de Copenhague

Publicado por Sandro Meira em 03/11/2009

Mais uma conferência sobre clima, e acordo ambicioso ainda é miragem

Conferência em Copenhague tenta definir redução de gases-estufa.

Daqui a 33 dias começará a reunião internacional para negociar medidas que enfrentem o dessarranjo climático conhecido por aquecimento global – a alta da temperatura causada pela emissão de gases de efeito estufa. 

clima

O novo acordo, se houver, substituirá o Protocolo de Kyoto, que deixa de vigorar (sem de fato ter feito muita diferença) em 2013.

A reunião é a Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima das Nações Unidas ( United Nations Framework Convention on Climate Change – UNFCCC). Nome tão comprido acabou sendo resumido para um simples “COP” (de “Conference of the Parties”).

Como a próxima reunião, marcada para 7 a 18 de dezembro em Copenhague, capital da Dinamarca, é a 15ª, teremos em breve a COP 15 . Vão para o encontro representantes dos países signatários (as “partes”) da convenção, um acordo-base firmado em junho de 1992, na ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, e hoje ratificado por 193 países.

Para que se tenha uma ideia de como uma COP se tornou um evento importante e badalado, para a COP 13, em Bali, Indonésia, foram mais de 10 mil pessoas, das quais 3,5 mil eram delegados oficiais de governos e mais de 5,8 mil representavam agências das Nações Unidas e organizações não governamentais. Quase todo o resto eram jornalistas vindos de todos os cantos do planeta. A COP 14, em Poznan, Polônia, foi um pouco mais modesta, mas ainda assim atraiu quase 9,3 mil participantes.

A convenção-quadro de 1992 começa, logo na primeira linha, reconhecendo que alterações no clima da Terra e seus efeitos adversos são uma “preocupação comum da humanidade”.

O texto também afirma que atividades humanas (e não um processo natural, como defendem os “ecocéticos”) elevaram substancialmente as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera – as substâncias causadoras do aquecimento global, especialmente o dióxido de carbono (CO2). 

Veja infográfico sobre as consequências das mudanças climáticas no site da globo.com: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1361640-5603,00-MAIS+UMA+CONFERENCIA+SOBRE+CLIMA+E+ACORDO+AMBICIOSO+AINDA+E+MIRAGEM.html, acesso em 03 nov. 2009.

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Honduras processa Brasil em tribunal da ONU por abrigar Zelaya

Publicado por Sandro Meira em 28/10/2009

Representantes do governo de facto dão início a trâmites em haia; país pode pedir indenização a Brasília

HAIA - O governo de facto de Honduras deu início aos trâmites para processar o Brasil na Corte Internacional de Justiça de Haia por ingerência em seus assuntos internos. O Brasil abrigou na condição de hóspede o presidente deposto do país, Manuel Zelaya, em sua embaixada em Tegucigalpa.

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 Veja também:

Missão dos EUA chega a Honduras para reativar diálogo

O representante de Honduras em Haia, Julio Rendón, já entrou com o processo no tribunal, diz uma nota do Ministério das Relações Exteriores hondurenho divulgada nesta quarta-feira, 28.

Uma fonte da chancelaria do governo de facto explicou à Agência Efe que esse passo é uma solicitação para iniciar ações contra o Brasil, como a imposição de medidas cautelares ou a cobrança de uma indenização.

O ministro das Relações Exteriores do governo de Roberto Micheletti, Carlos López, disse em entrevista coletiva que, agora, a Corte Internacional decidirá se aceita ou não a causa.

López disse ainda que a presença de Zelaya na representação brasileira, onde o presidente derrubado está desde 21 de setembro, e seus apelos à insurgência representam uma ingerência nas atividades internas de Honduras.

“O fundamento da solicitação recai na  comissão de (atos) ilícitos que geram responsabilidade internacional com relação às obrigações (do Brasil) estabelecidas na Carta das Nações Unidas e na Convenção das Nações Unidas sobre  Relações Diplomáticas”, diz o comunicado.

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Ainda segundo a nota, o Governo de Micheletti “se reserva o direito de solicitar à Corte a adoção de medidas provisórias ou cautelares caso não sejam interrompidas as atividades ilegais do governo do Brasil que alteram a ordem pública interna de Honduras e que representam uma ameaça ao desenvolvimento pacífico do processo eleitora” de 29 de novembro.

O chanceler hondurenho, por sua vez, ressaltou que, ao apresentar uma ação contra o Brasil, Tegucigalpa quer resolver pacificamente este assunto com a participação da Corte Internacional de Justiça.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,honduras-processa-brasil-em-tribunal-da-onu-por-abrigar-zelaya,457916,0.htm, acesso em 28 out. 2009.

Veja também a História de Honduras no site da globo.com: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1358493-5602,00-GOVERNO+INTERINO+DE+HONDURAS+INICIA+ACOES+CONTRA+O+BRASIL+EM+HAIA.html

 

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Agora vai!

Publicado por Sandro Meira em 28/10/2009

Senado aprova emenda que dá cerca de R$ 10 bi para a educação até 2011

Proposta termina com a incidência da DRU na educação.
Emenda agora será promulgada pelo Congresso Nacional.

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (28) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba progressivamente com uma retenção de 20% sob as verbas da educação, a chamada Desvinculação de Receitas da União (DRU). Com a medida, até 2011, a área pode receber cerca de  R$ 10 bilhões, segundo o Ministério da Educação. A emenda agora será promulgado pelo Congresso Nacional.

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A DRU permite ao governo aplicar livremente 20% da arrecadação de todos os tributos federais, não precisando respeitar vinculações constitucionais. A educação é uma das áreas afetadas, uma vez que a Constituição determina que 18% da arrecadação com tributos federais deve ser destinada à área.

De acordo com a PEC, em 2009 seria permitido ao governo retirar somente 12,5% dos recursos vinculados à educação. Em 2010, a DRU poderia afetar no máximo 5% dos recursos. A partir de 2011, a educação ficaria totalmente livre da DRU.

Neste ano, segundo o MEC, o orçamento do ministério é de aproximadamente R$ 41,5 bilhões. A proposta aprovada nesta quarta também amplia para pessoas entre 4 e 17 anos o direito à educação básica gratuita e obrigatória. Isso só acontece, atualmente, para quem tem entre 7 e 14 anos e, a partir do ano que vem, para as pessoas entre 6 e 14.

Disponível em: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1358762-5601,00-SENADO+APROVA+EMENDA+QUE+DA+CERCA+DE+R+BI+PARA+A+EDUCACAO+ATE.html, acesso em 28 out. 2009.

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Brasil no Conselho de Segurança da ONU

Publicado por Sandro Meira em 15/10/2009

Brasil é eleito para vaga rotativa do Conselho de Segurança da ONU

País teve respaldo de 182 das 190 nações que votaram.
Gabão, Líbano, Bósnia e Nigéria também foram eleitos.

O Brasil foi eleito nesta quinta-feira (15) para uma das dez cadeiras provisórias do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A indicação vale para os anos de 2010 e 2011.

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Gabão, Líbano, Bósnia e Nigéria também foram escolhidos. Eles e o Brasil  vão substituir Burkina Fasso, Costa Rica, Croácia, Líbia e Vietnã como membros sem poder de veto.

A candidatura brasileira não teve nenhum adversário. Ela teve respaldo de 182 dos 190 países-membros que participaram da votação. Sete se abstiveram, e um votou na Venezuela, que nem mesmo era candidata.

No biênio 2010-11, o conselho também estará formado por: Áustria, Japão, México, Turquia e Uganda (que cumprem mandato até fim de 2010), além dos cinco membros permanentes (China, França, Estados Unidos, Reino Unido e Rússia).

É a décima vez que o Brasil ocupa um assento eletivo no Conselho. O país aspira a uma vaga permanente.

As prioridades do país em sua atuação no conselho, segundo nota do Itamaraty, incluem a estabilidade no Haiti, a situação na Guiné-Bissau, a paz no Oriente Médio, os esforços em favor do desarmamento, a promoção do respeito ao Direito Internacional Humanitário, a evolução das operações de manutenção da paz e a promoção de um enfoque que articule a defesa da segurança com a promoção do desenvolvimento socioeconômico.

Ainda segundo o Ministério de Relações Exteriores, o Brasil foi membro do conselho nos seguintes períodos: 1946-47, 1951-52, 1954-55, 1963-64, 1967-68, 1988-89, 1993-94, 1998-99 e 2004-05.

Veja matéria completa e infográfico sobre a história do Conselho de Segurança da ONU no site da globo.com: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1342280-5602,00-BRASIL+E+ELEITO+PARA+VAGA+ROTATIVA+DO+CONSELHO+DE+SEGURANCA+DA+ONU.html, acesso em 15 out. 2009.

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Mais tragédia no Sudeste Asiático

Publicado por Sandro Meira em 10/10/2009

Depois dos terremotos e tsunamis no Sudeste Asiático (Indonésia) e Oceania (Ilhas Samoa) na semana retrasada, série de deslizamentos mata mais de 160 nas Filipinas

Nas últimas semanas, mais de 450 pessoas morreram pelas enchentes que castigaram o país asiático

MANILA - Mais de 160 pessoas morreram nas últimas 24 horas em uma série de deslizamentos e inundações no norte das Filipinas, região assolada há duas semanas por uma tempestade tropical e um tufão, indicaram fontes oficiais. No total, mais de 450 pessoas morreram nas enchentes que atingiram o país nas últimas semanas – as piores dos últimos 40 anos.

 

Pelo menos 120 pessoas foram mortas em deslizamentos de terra na província de Benguet, a 210 quilômetros ao norte de Manila, onde mais de 100 casas foram engolidas pela lama. Outras 23 morreram na província da Montanha, na aldeia de Abatam. Mais 25 pessoas morreram na cidade de Baguio.

filipinas

Reuters: Casas foram submersas na região norte do país

 

Segundo o superintendente Loreto Espinili, chefe da Polícia provincial. “Achamos que o número de mortos seguirá aumentando porque os deslizamentos foram maciços”, declarou à rádio local. As chuvas afetaram grande parte do planalto central de Luzon, destruindo infraestruturas, bloqueando estradas e inundando vastas extensões de plantações de arroz, que fornecem o sustento básico para os habitantes pobres da região.

 

O número de mortos por deslizamento se somam aos 25 registrados no fim de semana passado o tufão Parma, que permanece castigando a região setentrional das Filipinas. Mas a maior tragédia da temporada de tormentas na região foi a tempestade tropical Ketsana, que em 26 de setembro inundou 80% da capital e causou quase 300 mortos, cerca de 500 mil deslocados, 2,5 milhões de afetados e perdas multimilionárias.

 

Especialistas das agências internacionais identificaram a favelização como o principal fator destes desastres naturais que afetam ao país e que evidenciam o péssimo estado de suas infraestruturas, assim como a falta de preparação e meios dos que conta a Administração para responder às emergências.

 

Além das tempestades, as Filipinas sofrem por estarem localizadas no chamado “Anel de Fogo do Pacífico” uma região de grande atividade sísmica e vulcânica que sofre, a cada ano, cerca de 7 mil terremotos, a maioria de caráter moderado.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,serie-de-deslizamentos-mata-mais-de-160-nas-filipinas,448323,0.htm, acesso em 10 out. 2009.

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Obama é Nobel da Paz

Publicado por Sandro Meira em 10/10/2009

Fidel Castro acha positiva escolha de Obama para Nobel da Paz

Ex-presidente cubano diz que premiação foi uma crítica à política genocida de outros presidentes americanos

HAVANA - O líder cubano Fidel Castro qualificou neste sábado, 10,  de “positiva” a concessão do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Em um novo artigo de suas Reflexões divulgado pela imprensa oficial, o ex-presidente, de 83 anos, adverte que nem sempre compartilha as posições que outorgam o Nobel, mas que se vê “obrigado a reconhecer” que nestes momentos é “uma medida positiva”.

obama

Veja também:

Republicanos questionam Nobel da Paz concedido a Obama

Nobel da Paz é ‘chamado para ação’, diz Obama

Lula diz que, com Obama, Nobel da Paz está em ‘boas mãos’

Nobel para Obama é visto como estímulo, mas gera controvérsia

Enquete: Obama mereceu o Nobel da Paz?

Vídeo: anúncio do Nobel em Oslo

TV Estadão: ‘Nobel pode impulsionar popularidade’

Especial: Veja a trajetória de Barack Obama 

Blog do Piza: Escolha de Obama como Nobel é feliz

Blog do Gustavo Chacra: Nobel com duas guerras nas costas

Leia repercussão da escolha de Obama no mundo

Veja a lista completa dos premiados com o Nobel da Paz

Leia tudo o que foi publicado sobre Barack Obama

“Muitos opinarão que (Obama) não ganhou ainda o direito a receber tal distinção. Desejamos ver na decisão, mais que um prêmio ao presidente dos Estados Unidos, uma crítica à política genocida que seguiram não poucos presidentes desse país, os quais conduziram o mundo à encruzilhada onde hoje se encontra”, afirma Castro.O ainda primeiro-secretário do governante Partido Comunista de Cuba acrescenta que o Nobel a Obama é “uma exortação à paz e a busca de soluções que conduzam à sobrevivência da espécie”.Segundo Castro, “compensa o revés que sofreu em Copenhague ao perder a disputa da sede das Olimpíadas de 2016, que provocou ataques irados de seus adversários de extrema direita”.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,fidel-castro-acha-positiva-escolha-de-obama-para-nobel-da-paz,448832,0.htm, acesso em 10 out. 2009.

 

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Agora foi a vez da Polônia ratificar o Tratado de Lisboa

Publicado por Sandro Meira em 10/10/2009

Presidente polonês ratifica Tratado de Lisboa

Kaczynski insistiu em uma antiga reivindicação da diplomacia polonesa: a abertura da UE a outros países

VARSÓVIA - O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, assinou neste sábado, 10, em Varsóvia, o Tratado de Lisboa, em um ato no qual esteve acompanhado do presidente rotativo da União Europeia (UE), o primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt, da Suécia, e dos presidentes da Comissão e do Parlamento europeus, José Manuel Durão Barroso e Jerzy Buzek, respectivamente.

Ao rubricar o documento, Kaczynski pôs fim a mais de um ano de rejeição ao texto e deixou a República Tcheca como único país do bloco a não concluir o processo de ratificação.

O Tratado de Lisboa “melhora” o funcionamento das instituições da UE, destacou Lech Kaczynski, que cumpriu a promessa de ratificar o texto só depois de a Irlanda aprová-lo em plebiscito, o que aconteceu no fim de semana passado.

“Após a decisão da Irlanda, já não havia obstáculo à ratificação”, afirmou o chefe do Estado polonês, que, no entanto, disse que a “Polônia é e continuará sendo um país soberano” apesar da assinatura.

Kaczynski aproveitou seu discurso para insistir em uma antiga reivindicação da diplomacia polonesa: a abertura da UE a outros países, especialmente a “Ucrânia e Geórgia”.

O Parlamento polonês já tinha dado sinal verde ao Tratado de Lisboa em abril de 2008. Mas, por insistência de Lech Kaczynski, o texto foi acompanhado de um decreto com as principais exigências dos conservadores governistas, como uma referência expressa à supremacia da legislação polonesa frente às leis do bloco e à Carta de Direitos Europeus.

Desde então, só restava a assinatura do presidente para que, de acordo com a Constituição da Polônia, o documento ficasse definitivamente aprovado no país.

“O Tratado encerra a primeira etapa da ampliação da UE. Somos testemunhas de uma ratificação muito importante”, afirmou Barroso após o ato.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,presidente-polones-ratifica-tratado-de-lisboa,448848,0.htm, acesso em 10 out. 2009.

Entenda o que é o Tratado de Lisboa no site: http://europa.eu/lisbon_treaty/full_text/index_pt.htm

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