Bicho Geográfico

Blog sobre Atualidades e Geografia

Fruto da Terra (sugestão de site)

Posted by Sandro Meira em 14/08/2008

Para pesquisar sobre dados sociais, econômicos, ambientais e políticos dos países (que o seu grupo irá defender e os demais), veja o site do IBGE: http://www.ibge.gov.br/paisesat/.

Alguns dados não são atuais (geralmente são de 2004 e 2007). Isso ocorre pela dificuldade de se ter acesso às informações de vários países.

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Aspectos dos conflitos nas últimas décadas

Posted by Sandro Meira em 14/08/2008

A desagregação da União Soviética e a unificação da Alemanha introduziram alterações profundas no cenário político europeu e mundial sem que houvesse guerra. A antiga Checoslováquia separou-se em dois países sem guerra. Embora a desintegração da Iugoslávia socialista tenha acontecido com grande violência e que conflitos e tensões geopolíticas continuem ocorrendo em várias regiões do Cáucaso (Chechênia, Geórgia) e da África subsaariana, estas são guerras razoavelmente localizadas, bem diferentes das “guerras globais”.Há uma certa rarefação do fenômeno guerra, embora isso não queira dizer que o nosso mundo esteja menos afetado pela violência que no passado, mas tornaram-se raras as guerras convencionais que opunham uma nação à outra. O balanço que se pode fazer dos conflitos nos últimos 25 anos mostra como foram escassas as guerras entre dois Estados.

Numerosos pontos de crise e zonas sensíveis, onde existiria probabilidade de conflito como entre as duas Coréias ou as duas Chinas, não redundaram em conflitos abertos. As poucas guerras de conquistas que se verificaram não tiveram resultados positivos, no sentido em que nenhum Estado agressor, nenhum país que teve a iniciativa de desencadear operações militares com intuitos de conquista, salvo exceções pouco significativas, alcançou seus objetivos.

No passado, a maioria das guerras tinha motivações territoriais, fossem litígios fronteiriços, fossem reivindicações de territórios, fossem ambições expansionistas e terminavam muitas vezes pela ocupação e submissão de uns povos a outros. Atualmente, a conquista territorial parece ter caído em desuso.

Isso ocorreu, por exemplo, quando no final da década de 1970, a Somália pretendeu conquistar a região do deserto de Ogaden da Etiópia, ou quando a Argentina tentou recuperar pela força as ilhas Malvinas então sob domínio britânico (1982), ou ainda quando o Iraque atacou o Irã para anexar a outra margem do Shatt-el-Arab (conflito que durou de 1980 a 1988) e, anos mais tarde quando o Iraque invadiu o Kuwait (1991). Mais recentemente, o mesmo aconteceu quando a Eritréia se dispôs a recuperar uma faixa de território dos etíopes (1998/2000). Em todos esses casos, as guerras fracassaram sem a vitória dos que iniciaram os conflitos.

Por outro lado, desde a China e o Vietnã até a Argélia e as colônias portuguesas da África, passando por Cuba e Nicarágua, as guerrilhas foram somando êxitos, numa dupla vertente que combinou lutas de libertação e de instauração de regimes revolucionários. Mas essa promessa deixou de se cumprir a partir da década de 1980. A revolução sandinista da Nicarágua parece ter sido o último episódio de uma “luta popular prolongada” vitoriosa. A partir de 1980 nenhum movimento de guerrilha chegou ao poder pela via armada, com exceção da Frente Popular de Libertação da Eritréia, a qual mesmo assim se submeteu a um referendo de legitimação.

Ao mesmo tempo, ocorreu um novo fenômeno: a guerrilha passou a ser usada, não mais pelas forças de esquerda como forma libertadora, mas por correntes denominadas contra-revolucionárias, apoiadas pelo governo norte-americano, como foram os casos dos “fedahins” no Afeganistão, da UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) em Angola, da RENAMO (Resistência Nacional Moçambicana) em Moçambique e dos “contra” na Nicarágua.

Curiosamente, o conjunto destes conflitos armados teve como ponto comum a ausência de uma vitória militar. Eles não terminam graças a um triunfo de um dos lados, mas acabaram ou por via de negociação pacífica, por desfecho político, ou simplesmente por um intenso desgaste das partes em luta.

O levantamento de várias dezenas de guerrilhas espalhadas pelos diversos continentes nestas últimas duas décadas vem demonstrando que a proclamada força das armas não tem sido eficaz para a obtenção de vitórias militares. Essa conclusão mais o fato da relativa raridade dos conflitos interestatais parece nos levar a conclusão de que estamos diante a uma tendência relevante da conflitualidade em nosso tempo: o desgaste da violência armada tradicional como forma de resolução de conflitos.

É claro que o ataque às Torres Gêmeas e ao Pentágono, em setembro de 2001, e a invasão do Iraque por parte das forças norte-americanas e de países aliados em 2003, abriram novas perspectivas para análise da dinâmica dos conflitos contemporâneos. Mas, isso é assunto para um outro artigo.

 

Disponível em: http://www.clubemundo.com.br/revistapangea/show_news.asp?n=326&ed=4, acesso em 14 ago. 2008.

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Cenários geopolíticos no Oriente Médio

Posted by Sandro Meira em 14/08/2008

Cenários geopolíticos no Oriente Médio

Apesar da dinâmica e do entrelaçamento dessas questões, que têm ainda como pano de fundo o interesse internacional nas enormes reservas petrolíferas dos países do Golfo Pérsico e o avanço do extremismo islâmico, pode-se tentar levantar alguns pontos que, ao que tudo indica, deverão ter continuidade nos próximos anos.

O primeiro deles é que os Estados Unidos continuarão a ser a potência com mais influência na região. Todavia, ela será menor do que já foi no passado, pois as políticas e estratégias norte-americanas para a região serão cada vez mais contestadas por outros atores da cena internacional, como a União Européia, a Rússia e a China.

O segundo é que o Irã parece cada vez mais se firmar como um dos Estados mais poderosos da região em virtude não só da riqueza fornecida pelo petróleo, mas também porque sua influência tem se fortalecido no Iraque e junto a grupos como o Hezbollah libanês e o Hamas palestino.

Já Israel, uma outra potência regional, tem dois grandes trunfos: o incondicional apoio dos sucessivos governos dos Estados Unidos e a posse de um arsenal nuclear. No entanto, continua sendo um “corpo estranho” numa região dominantemente árabe-muçulmana e não tem conseguido equacionar as relações com seus vizinhos árabes e muito menos buscar soluções satisfatórias com a população palestina. Esta situação representa um grande obstáculo para que se estabeleça um processo duradouro de paz na região.

Por outro lado, a situação do Iraque deverá permanecer caótica pelo menos nos próximos anos, o terrorismo continuará atuante na região e o Islã persistirá preenchendo o vazio político deixado pelo fracasso de modelos sócios econômicos ocidentais implementados sem sucesso por alguns dos governos de países da região. De maneira geral, os regimes dos países árabes continuaram mantendo-se com grande grau de autoritarismo.

Sob o ângulo econômico o petróleo, principal matéria-prima energética extraída na região, continuará apresentando preços cada vez mais elevados e, paradoxalmente, o comércio intra-regional permanecerá praticamente com pouca expressão.

Disponível em: http://www.clubemundo.com.br/revistapangea/show_news.asp?n=338&ed=4, acesso em 14 ago. 2008.

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Os biocombustíveis, o etanol e a fome no mundo

Posted by Sandro Meira em 14/08/2008

No primeiro caso, estão as preocupações de caráter ambiental que derivam da crescente busca para a redução de emissões de gases que aceleram o efeito estufa. Quanto aos governos, a segurança energética relaciona-se com a redução da dependência da importação de petróleo, bem cada vez mais escasso e cujos principais países exportadores encontram-se em regiões com freqüentes instabilidades políticas. É nesse contexto que a experiência brasileira no uso do álcool derivado da cana-de-açúcar desperta a atenção mundial. Disponível em: http://www.clubemundo.com.br/revistapangea/show_news.asp?n=341&ed=4

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Olimpíada

Posted by Sandro Meira em 14/08/2008

Texto que demonstra o caráter geopolítico verificado nos jogos olímpicos. Olimpíada

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VIAGEM DO CONHECIMENTO

Posted by Sandro Meira em 13/08/2008

Atenção alunos inscritos no desafio da National Geographic: “Viagem do Conhecimento”.

O Colégio Mundo Novo conta com a sua participação e, para ter um melhor desempenho, acesse o site do concurso e leia as informações e dicas para se dar bem no desafio. http://www.viagemdoconhecimento.com.br/ 

Lembre-se: todo exercício que busque o conhecimento e o aprimoramento de sua capacidade intelectual não é em vão. BOA SORTE.

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Normas para Apresentação de Trabalhos Colégio Mundo Novo

Posted by Sandro Meira em 12/08/2008

Arquivo com as normas técnicas para apresentação de trabalhos e confecção de relatórios do Colégio Mundo Novo. Para abrir é preciso ter o programa ADOBE READER (fácil de conseguir na internet; gratuito).

 Normas Mundo Novo (em pdf)

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Fruto da Terra

Posted by Sandro Meira em 12/08/2008

Atenção alunos que foram convidados (na verdade, convocados) a participar do Fruto da Terra-2008 do Colégio Mundo Novo.  

Eu, o prof. Luiz (história e filosofia), o prof. Leandro (História) e o prof. Leandro (português), estamos trabalhndo num projeto com o tema: “A Revolução Técnico-científica e a Tolerância Cultural no século XXI”, no qual pretendemos fazer um trabalho semelhante a um Congresso Científico, com palestra sobre a diversidade cultural (islamismo, budismo e cristianismo), video-conferência sobre um determinado assunto de filosofia e debate entre os alunos (simulando uma reunião da Organização Mundial do Comércio, como a que ocorreu em Genebra neste ano, parte da Rodada Doha).

Contamos com a colaboração e empenho de todos os envolvidos para que o trabalho tenha sucesso.

Maiores esclarecimentos, favor entrar em contato conosco diretamente no colégio ou por e-mail (msn).

Um abraço.

Prof. Sandro Meira.

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Geórgia

Posted by Sandro Meira em 12/08/2008

Um novo drama se estabelece no Cáucaso. A Geórgia, ex república soviética, se depara com um velho problema: movimentos separatistas, que contaminam vários países europeus e apresentam uma insegurança que parece não ter fim. Veja a opinião sobre esse assunto de um dos autores do Livro: “A História das Guerras” (organizado por um dos maiores especialistas em geopolítica do Brasil: Demétrio Magnoli), Willian Waack (apresentador e comentarista da Globo). Geórgia e Ossétia do Sul

Veja também o site da Revista “Horizonte Geográfico” sobre esse assunto: http://www.edhorizonte.com.br/revista/index.php?acao=exibirMateria&obj=Site&materia[id_materia]=336&edicao[id_edicao]=27

Veja aqui a cronologia das relações entre a Geórgia e a Ossétia do Sul: Cronologia Leia o resto deste post »

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Rodada Doha

Posted by Sandro Meira em 12/08/2008

Texto explicativo sobre a Rodada Doha e a Conferência Ministerial de Genebra. Rodada Doha

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Aquecimento Global

Posted by Sandro Meira em 11/08/2008

Perguntas e respostas interessantes sobre o aquecimento global, publicado na Veja em maio de 2008. Aquecimento global

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